quinta-feira, junho 09, 2016


Socorro, meus filhos estão desaparecidos! Me ajudem!

Segue foto do Eduardo Antônio Couto Fortes, meu ex marido que está foragido da justiça, e cometeu crime de Subtração de Incapazes e Alienação Parental. Além disso, ele foi enquadrado na Lei Maria da Penha, depois de cometer ato de violência doméstica. Eu estou protegida através de Medida Protetiva, mas meus filhos não estão. Estão com o pai, que está me retaliando cruelmente por não querer voltar com ele e tirar a denúncia criminal na Delegacia da Mulher.


Meus filhos chamam-se Eduardo Mariano Couto Fortes e Emmie Mariano Couto Fortes.

Estão em poder do pai, o qual apresentou um atestado falso e conseguiu a guarda provisória das crianças no dia 20/05/2016. No dia 26/05/2016, eu consegui provar que as provas eram falsas e a justiça se retratou, me concedendo a guarda das crianças! Temos mandado de busca e apreensão, e o oficial de justiça acompanhado da polícia militar já foi várias vezes atrás deles, mas não conseguiu efetivar o mandado.

Eduardo Antônio Couto Fortes, está em companhia da mãe, Lidia Maria de Neiva Couto Fortes, e o paradeiro dos mesmos é incerto.

Meu filho Dudu tem 05 anos (25/08/2010) e Emmie completará 2 anos nos próximos dias (15/06/2014).

Eu fui casada com Eduardo durante 7 anos, e estou esperando o nosso terceiro filho, sendo GRAVIDEZ DE ALTO RISCO! Nem sequer no bebê ele está pensando!

Eu não vejo os meus filhos desde o dia 20/05/2016. Não sei como estão, onde estão, fui privada de ter contato, a família do Eduardo não responde aos meus apelos, não me enviam notícias. Já mandei várias mensagens, ninguém me retorna. São cúmplices e estão "protegendo" os crimes do Eduardo Antônio. Que tipo de mãe, no caso a mãe dele - Lídia, tem coragem de retirar os filhos de uma mãe? Ela gostaria que o mesmo acontece com ela? Que coração sem amor, sem luz, sem DEUS! E o pai, Elmo Antônio Fortes, usando de sua profissão como advogado, para reunir provas falsas, denegrir a minha imagem, tentar me desmoralizar friamente, obstruir a busca, sustentar a fuga e achar que ficará impune! Eles podem enganar a si próprio, mas a Deus, este ninguém engana!

Outro envolvido, Dr Marcelo de Oliveira Mundim, o qual forneceu laudos falsos. Tal "profissional", nunca foi meu médico, nunca tocou em mim, e muito menos assistiu meu filho Eduardo, até a data que o pai o retirou de mim. Como ele teve capacidade de me "interditar", declarar que sou usuária de drogas, violenta, se nunca me consultou, sem nunca ter me avaliado clinicamente? Que caráter, que postura é essa? Já o denunciei no CRM e a justiça será feita!

O irmão de Eduardo, Bernardo Antônio Couto Fortes, sabe do paradeiro dele, mas está obstruindo a justiça! Como pode ser tão frio e cruel?

Por favor, eu imploro, suplico, rogo por ajuda! Juntos podemos localizar as crianças, e traze-las em segurança para casa! Me ajudem a compartilhar, a divulgar, a mostrar a foto para a sociedade! Para as famílias que tem coração, sentimento, e que jamais aceitariam tal injustiça!

O CRIME ACONTECEU NA CIDADE DE BELO HORIZONTE - MG!

Por favor, se tiverem notícias do paradeiro deles, me comuniquem via edi.fortes@gmail.com, colocando no título do e-mail: ENCONTREI SEUS FILHOS! Assim facilitará e agilizará a busca das crianças!

Deus abençoe!

Juntos somos MAIS!

Edinéia Mariano
edi.fortes@gmail.com


quarta-feira, junho 08, 2016


Lei SAP - Síndrome da Alienação Parental

LEI Nº 12.318, DE 26 DE AGOSTO DE 2010


Dispõe sobre a alienação parental e altera o art. 236 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA


Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1 Esta Lei dispõe sobre a alienação parental.


Art. 2 Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.


Parágrafo único. São formas exemplificativas de alienação parental, além dos atos assim declarados pelo juiz ou constatados por perícia, praticados diretamente ou com auxílio de terceiros:


I - realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da paternidade ou maternidade;


II - dificultar o exercício da autoridade parental;


III - dificultar contato de criança ou adolescente com genitor;


IV - dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar;


V - omitir deliberadamente a genitor informações pessoais relevantes sobre a criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço;


VI - apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós, para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente;


VII - mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando a dificultar a convivência da criança ou adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com avós.


Art. 3 A prática de ato de alienação parental fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas relações com genitor e com o grupo familiar, constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente e descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental ou decorrentes de tutela ou guarda.


Art. 4 Declarado indício de ato de alienação parental, a requerimento ou de ofício, em qualquer momento processual, em ação autônoma ou incidentalmente, o processo terá tramitação prioritária, e o juiz determinará, com urgência, ouvido o Ministério Público, as medidas provisórias necessárias para preservação da integridade psicológica da criança ou do adolescente, inclusive para assegurar sua convivência com genitor ou viabilizar a efetiva reaproximação entre ambos, se for o caso.


Parágrafo único. Assegurar-se-á à criança ou adolescente e ao genitor garantia mínima de visitação assistida, ressalvados os casos em que há iminente risco de prejuízo à integridade física ou psicológica da criança ou do adolescente, atestado por profissional eventualmente designado pelo juiz para acompanhamento das visitas.


Art. 5 Havendo indício da prática de ato de alienação parental, em ação autônoma ou incidental, o juiz, se necessário, determinará perícia psicológica ou biopsicossocial.


§ 1 O laudo pericial terá base em ampla avaliação psicológica ou biopsicossocial, conforme o caso, compreendendo, inclusive, entrevista pessoal com as partes, exame de documentos dos autos, histórico do relacionamento do casal e da separação, cronologia de incidentes, avaliação da personalidade dos envolvidos e exame da forma como a criança ou adolescente se manifesta acerca de eventual acusação contra genitor.


§ 2 A perícia será realizada por profissional ou equipe multidisciplinar habilitados, exigido, em qualquer caso, aptidão comprovada por histórico profissional ou acadêmico para diagnosticar atos de alienação parental.


§ 3 O perito ou equipe multidisciplinar designada para verificar a ocorrência de alienação parental terá prazo de 90 (noventa) dias para apresentação do laudo, prorrogável exclusivamente por autorização judicial baseada em justificativa circunstanciada.


Art. 6 Caracterizados atos típicos de alienação parental ou qualquer conduta que dificulte a convivência de criança ou adolescente com genitor, em ação autônoma ou incidental, o juiz poderá, cumulativamente ou não, sem prejuízo da decorrente responsabilidade civil ou criminal e da ampla utilização de instrumentos processuais aptos a inibir ou atenuar seus efeitos, segundo a gravidade do caso:


I - declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o alienador;


II - ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor alienado;


III - estipular multa ao alienador;


IV - determinar acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial;


V - determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou sua inversão;


VI - determinar a fixação cautelar do domicílio da criança ou adolescente;


VII - declarar a suspensão da autoridade parental.


Parágrafo único. Caracterizado mudança abusiva de endereço, inviabilização ou obstrução à convivência familiar, o juiz também poderá inverter a obrigação de levar para ou retirar a criança ou adolescente da residência do genitor, por ocasião das alternâncias dos períodos de convivência familiar.


Art. 7 A atribuição ou alteração da guarda dar-se-á por preferência ao genitor que viabiliza a efetiva convivência da criança ou adolescente com o outro genitor nas hipóteses em que seja inviável a guarda compartilhada.


Art. 8 A alteração de domicílio da criança ou adolescente é irrelevante para a determinação da competência relacionada às ações fundadas em direito de convivência familiar, salvo se decorrente de consenso entre os genitores ou de decisão judicial.


Art. 9 ( VETADO)


Art. 10. (VETADO)


Art. 11. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


Brasília, 26 de agosto de 2010; 189º da Independência e 122º da República.


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
Paulo de Tarso Vannuchi


quarta-feira, junho 01, 2016


Pedido de socorro - Subtração de Incapazes

Hoje vim deixar um desabafo e um pedido de socorro para vocês. Depois de praticamente 7 anos de união, estou separada, e logo após o fato, acabei descobrindo que estava grávida do terceiro filho. 

Resumindo a separação para que entendam um pouco o que estou passando dentro do que posso contar, informo que como houve situação de agressão dentro de casa, fui protegida através da Lei Maria da Penha, a qual me cedeu uma medida protetiva de afastamento do meu ex marido, que não pode me ligar, chegar perto, frequentar os mesmos lugares e/ou me ameaçar. 

Acontece que o meu ex marido não aceitou ter o nome envolvido num processo criminal e em função disso, decidiu covardemente me retaliar, procurando um médico amigo do seu pai, e solicitando ao mesmo, um atestado falso, o qual me interdita e expõe falsamente que o meu filho sofre com transtornos psicológicos devido a sofrer agressão de minha parte. Ou seja, disse que sou "louca", violenta e que não sirvo para os meus filhos. Com base nesse atestado e em dois testemunhos falsos alegando que tentei suicídio, o pai do meu ex, correu no fórum, se fazendo de vítima, e contou ao juiz a versão que quis, apresentando tais documentos falsos e covardemente, arrancando a guarda das crianças de mim. No dia 20/05/2016, os meninos foram levados de forma abrupta, juntamente com um oficial de justiça e força policial, e desde então NUNCA MAIS OS VI, não tenho notícias, diariamente procuro saber como estão, mas ninguém, absolutamente ninguém me informa. 

Como toda mentira tem perna curta, meus advogados apresentaram a verdade em juízo, e conseguiram assim, reverter a guarda a meu favor, ou seja, no dia 25/05, a desembargadora devolveu a guarda de Emmie e Eduardo para mim. O que eu achava que fosse ter sido solucionado, foi apenas o começo de uma guerra, pois além do pai Eduardo Antônio Couto Fortes, não devolver os meus filhos, se evadiu com os mesmos e encontra-se foragido desde então. Meus filhos estão sumidos, sem contato e proteção da mãe, sem saber como estou sofrendo com a ausência deles, sem saber a verdade, sofrendo alienação parental, tendo como cúmplices, os avós paternos, Elmo Antônio Fortes, Lídia Maria de Neiva Couto Fortes, o tio Bernardo Antônio Couto Fortes e a tia Paula de Neiva Cordeiro Couto Fortes. Eles estão acobertando Eduardo, o qual está cometendo o crime de Subtração de Incapazes, Artigo 249 do Código Penal. 

A decisão emitida por uma Desembargadora está sendo ignorada, sendo que Eduardo além de não cumprir um mandado da justiça, está fazendo pouco caso e deboche com a mesma.

Enfim, como já não sei mais o que fazer para recuperar os meus anjos, venho suplicar para que compartilhem a minha dor em suas redes sociais, e que juntos, possamos localizar, Eduardo Mariano Couto Fortes e Emmie Mariano Couto Fortes, e os traze-los para casa em segurança, onde a mãe aflitamente os aguarda!


Por favor, me ajudem! Conto com vocês!


Quem tiver informação do paradeiro das crianças ou de um dos nomes citados acima, favor me informar pelo e-mail edi.fortes@gmail.com. A polícia deverá ser acionada imediatamente, e o caso informado, para que resgatem as crianças! 



Muito obrigada!

Edinéia Mariano

 
Copyright 2013 Mamães Vaidosas por Edi Fortes