quarta-feira, agosto 07, 2013


Adolescência do bebê - Como contornar a situação sem bater e sem brigar?

Como lidar/trabalhar com a criança na faixa de 2/3 anos que está passando pela fase da conhecida "adolescência do bebê", testando a mãe, fazendo birras, mordendo, chutando e batendo de frente com tudo? Como contornar a situação sem bater e sem brigar? Qual a melhor forma de resolver e ensina-la a agir de forma correta? 

Adolescência do bebê - Como contornar a situação sem bater e sem brigar?

A idade entre 2/3 anos é a clássica época dos choros descontrolados, dos gritos e berros e de chiliques em público, nos quais todos ao redor escutam e devem pensar bem no íntimo: “Nossa, que criança sem educação!”. A boa notícia é que estes comportamentos que deixam os pais e/ou principais cuidadores à flor da pele tem data para iniciar e também para terminar. 

Se os pais prestarem atenção e recordarem alguns fatos, irão observar que estes comportamentos começam bem cedo, desde o segundo trimestre de vida. Por volta dos 6, 7 meses a criança costuma chorar quando é colocada no trocador e o choro só tende a aumentar quando os pais tentam colocar a fralda e/ou trocar a roupa. Na hora da papinha, as incessantes tentativas para pegar a colher também costumam ser acompanhadas de choro e irritação.

Mas, a fase de birra tem seu ápice justamente por volta dos 2/3 anos e é até considerado normal, pois este comportamento está de acordo com as capacidades cognitivas, sociais e, principalmente, emocionais que as crianças apresentam nesta idade. 

A criança ainda não adquiriu a capacidade de se colocar no lugar e/ou na perspectiva do outro e nem perceber “concretamente” que os outros, assim como ela, tem desejos e vontades e regras precisam ser seguidas dentro de um contexto e/ou demanda social/ambiental. 

Diante de tantas aquisições importantes que a criança adquiriu- corre, pula, anda, fala, consegue começar e finalizar uma atividade sozinha - ela se sente “toda poderosa” e a “grande exploradora de todas as possibilidades”. Porém, ainda sem a capacidade emocional de se colocar no lugar do outro e sem o entendimento real da importância dos valores, regras, normas e limites sociais para todo ser humano. 

Portanto, um simples “não” e/ou uma pequena frustração pode desencadear aquele chororô descontrolado e aquele chilique podendo ser acompanhados por chutes, arremessos de objetos, tapas e/ou outros comportamentos. 

A primeira coisa a fazer é RESPIRAR FUNDO e tentar manter a calma. Os pais devem lembrar que a criança está em seu pleno desenvolvimento e que ela necessita que alguém explique as consequências de seus atos. Espere o nervosismo passar para conversar. Tentar explicar e/ou dialogar no ápice da agitação e do nervosismo não é o melhor caminho. O ideal é explicar, da melhor forma possível, que os atos de birras gerarão consequências para a criança. 

Seja firme, objetiva e sempre olhe nos olhos da criança. Aqui é o momento para ensinar limites, regras, o que é certo e o que é errado. Vários pais sentem pena neste momento, mas é extremamente importante que os pais não “amoleçam” e nem voltem atrás em nenhuma decisão e/ou trato feito com a criança. Trato deve ser cumprido, pois é neste momento que a criança aprende que o que você fala sempre será cumprido. Este aprendizado fará toda a diferença na educação da criança. 

Como as crianças de 2/3 anos ainda são pequeninas é muito importante que os pais verifiquem situações de sono, fome, cansaço, agitação. Estas situações são um gatilho para o início de uma clássica e incontrolável birra. Mas, às vezes, um abraço bem gostoso e/ou mudança de foco – como mostrar algo interessante para a criança – é o suficiente para minar o comportamento da birra. 

Tenho convicção, como mãe e especialista, que a calma, paciência e cautela são o melhor caminho. Para manter a saúde mental dos papais, um conselho: não se incomode com o que as pessoas pensam de você e seus filhos. Educar e ensinar uma criança de que nem todos os seus desejos serão cumpridos é uma tarefa árdua, penosa, mas extremamente recompensadora.

Teresa Ruas é especialista em desenvolvimento infantil e consultora Fisher-Price, realiza consultorias em desenvolvimento infantil para pais, educadores e pediatras. Ela é Mestre em Educação Especial e Doutoranda em Ciências da Saúde. 


69 comentários:

  1. Eu não sabia q era dado esse nome. Mt interessante o texto, amanhã eu compartilho com vc minhas experiências.Soninho bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Comigo foi bem tranquilo, meu filho sempre foi uma criança bem tranquila, fazia as artes normais, largava os brinquedos pra brincar com pregadores de roupas, tampinhas, vasilhas plásticas da cozinha.Quando estava perto das avós principalmente às vezes ficava exibido, minha mãe fazia as vontades dele e até hj tem mt amor e respeito por ela, tinha coisas q eu não conseguia dele e ela conseguia,contava alguma história de um garotinho q nem existia e o convencia de fazer o q queríamos,como eu digo usava a psicologia infantil.Hoje eles são mt amigos.Já com minha sogra,a relação já era e é até hj de avó coleguinha, brincar, jogar no chão, fazer palhaçada,bagunçar no mercado(duas crianças),ele podia ficar bastante tempo sem vê-la,mas qndo via trocava qq um por ela, ele chorava pra dormir na casa dela e eu não deixava(não coseguia dormir sem ele),qndo ela vem pra minha casa os dois dormem agarrados até hj,e todo mundo fica admirado pq hj em dia adolescentes tem vergonha de sair com pessoas q não são do grupinho deles, ele anda abraçado com ela na rua.Mas por outro lado, hj ele a repreende se ela fizer algo de "errado", sabe dos defeitos mas a respeita mt, pq sempre ensinamos assim...(é a sua avó, seu avô, tá vc não concorda mas tem q acatar)Nós nunca precisamos bater, não adianta q não funciona, tenho exemplos de filhos de amigas e primas q apanham, depois ganham presentinhos e são super mal- educados.Acredito, q o ambiente em q a criança vive, ajuda bastante, se conviverem em ambientes de brigas, gritarias,falta de respeito,vão ter aquilo como exemplo e msm bebês eles memorizam as coisas.Falo isso tbm pq tenho um sobrinho( do meu irmão imaturo)q fica bastante tempo comigo,ele ficava comigo desde 2 meses para a mãe trabalhar, o temperamento dele já é mais agitadinho, e é uma criança mt inteligente,uma vez ele ouviu a mãe chamar o pai de idiota,e começou a chamar tds assim,ficava agressivo por assistir as brigas dos pais,aí queria chutar, bater, descontar em qq um, menos em mim.Aí ele com menos de 2 anos a ganhou um irmãozinho,antes msm do nascimento do irmão ele já estava mudando,ficou super grudado na mãe, não queria saber de mais ninguém,nem de mim e ele sempre foi uma criança q ia com tds, super comunicativo e espontâneo,esse minha mãe já não conseguia enganar com a história do garotinho...rs.Depois q o irmão nasceu,continuou ficando comigo,viajando, saindo pra tds lugares, mas ficou mt terrível a ponto de querer me bater.E ele entende td hj ele fez 4 anos e o irmão 2, brigam e se amam,Mas ele sofre uma certa rejeição dos pais msm antes qndo vinha pra minha casa, a mãe ás vezes ligava, o pai nem sinal d vida.Os pais não percebem isso,mas é notório, tá cada dia mais pirracento, grita qndo quer q mude de canal pra ver desenho, eu converso mt com ele,outro dia deu uma coisa nele q ele pegou a mão e enfiou no próprio rosto pra se arranhar, a sorte foi q tinha cortado as unhas dele naquele dia.Sugeri a minha mãe, q marcasse psicólogo pra ele,e ele tem ido conversa com a tia diz q ela é mt boazinha pq não dá injeção.Se ele fica um período bom aqui em casa, ele dá uma desintoxicada, mas qndo volta pra casa...tá cada dia mais difícil,ele sente ciúmes do irmão,e acha q os pais não o amam, ele já me disse isso.Minha mãe tenta remediar a situação mas acaba por sogra chata querendo mimar o neto, uma vez ele tentou bater nela ficou super agressivo e elaa o abraçou e falou q amava ele e de repente ele parou e ficou calmo,ele é levadinho sim, o irmão tbm,mas tem sido mt difícil lidar com essa situação.Desculpe pelo texto enorme, mas isso é só um resumo bjnhus

      Excluir
    2. Ai Mi! Meu coração apertou por ele. Adota essa criança que está implorando por amor!!! Gente, se ele fala que a mãe não o ama, imagine o que ele sente, o coraçãozinho apertado :-( Partiu meu coração!!! Como ele deve sofrer, ser infeliz. Ele não precisa de psicólogo, ele precisa de amor, de mãe e de pai. Se eles não são pra ele, ele precisa ter essa fonte, receber da família, de alguma forma. Tudo que ele faz é pra chamar a atenção e receber carinho. Só que como eles não sabem expressar exatamente o que sentem e o que querem, acabam batendo, mordendo, se machucando. Quando ele estiver com o coração preenchido, não agirá assim sempre. O seu filho é um exemplo de educação, de amor, de fé. Repete a dose no pequenino? Ai que tristeza que me deu :-(
      Beijos

      Excluir
  2. Todas as mamaes passam por essa fase, eh dificil viu, temos que respirar fundo nessas horas...
    bjos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E como precisa respirar kkkkkkk
      Mas no final, tudo dá certo, né? Agora Dudu está mais tranquilo e ele é um amor de menino, minha vida!
      Beijos

      Excluir
    2. Respirar fundo e contar ate 1000....rsrs....
      Eh complicado, vc sabe...as vezes nosso sangue ferve nao eh? rs
      Meu prieiro filho eh calminho tbem, o Segundo esta entrando na fase, mas vamos ensinando com jeitinho....
      bjos

      Excluir
    3. Dani eu super entendo e não julgo! rsrs
      Beijos

      Excluir
    4. Temos que rebolar em certas horas pq senao ja viu....rsrs....
      Meu bebe eh super eletrico, nao para 1 min...sempre fucando nas coisas, mas dai entendo que eh curiosidade da idade mesmo....ele gosta muito de brincar, se as vezes nao damos muita atencao pra ele, ele comeca a nos cutucar e chamar, dai qdo olhamos ele comeca a dancar...enchemos ele de beijinho, claro e ele fica calminho.....rsrs

      Excluir
    5. Dani, é bem isso! Owwwn que fofura! Eles querem amor e atenção <3
      Beijossss

      Excluir
  3. È tem que ter muinta paciêcia com eles,não é facil mas com jeitinho tudo dar certo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Exatamente, Maria!
      Tudo dá certo e com muito amor, melhor ainda <3
      Beijos

      Excluir
  4. Compartilhei com pessoas q necessitam ler esse post.AMEI!

    ResponderExcluir
  5. MINHA SOBRINHA VAI FAZER 2 ANOS MÊS QUE VEM E JÁ ESTÁ NESSA FASE, MAS É INCRÍVEL COMO É SÓ COM OS AVÓS. ELA SABE QUE ALI ELA PODE CHORAR QUE ELA VAI CONSEGUIR TUDO. COMIGO FALO SÓ UM NÃO E ELA JÁ ACATA E COMO VOCÊ DISSE EU TENTO MUDAR O FOCO PRA OUTRA COISA, SOU COMPLETAMENTE CONTRA BATER. DEUS ME LIVRE UM DIA MINHA SOBRINHA TER MEDO DE MIM, QUERO QUE ELA ME RESPEITE MAS ACIMA DE TUDO QUE ME AME.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Gi
      É isso mesmo! Eles sabem que com os avós, tudo é liberado. Mas por volta dos 2 anos e 8 meses ou até mesmo antes eles começam a entendem melhor as coisas e ficam mais calmos e pacíficos. É aquela coisa, em casa o arroz e o feijão, nos avós o sorvete, o chocolate, certos estão eles.... rsrsrs
      Beijos

      Excluir
  6. Paciência. Inteligência. Respeito.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. ;)
      Mas ñ é fácil ;)
      Bjinhos

      Excluir
    2. Deus ajuda e nos dá forças!
      Beijos

      Excluir
  7. Nossa isso é muito real mesmo, minha irmã teve 3 filhos um atrás do outro e nós estávamos ficando malucas nessa fase kkkk fiquei até meio traumatizada, dizia que nem queria mais ter filhos hahah agora já passou!! Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ahahahahah,
      Flávia, é comum e passa! Depois sentimos saudade dessa época, sabia? Eles são muito espertos e é muita energia pra administrar também rsrs
      Beijos

      Excluir
  8. Essa fase realmente é bem complicada, acho que deixa as mamães de cabelo em pé, rsrs. É a primeira vez que vejo esse termo adolescência do bebê e não é que tem tudo haver mesmo! Adorei! rsrs
    Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Dani. O termo é esse mesmo. O meu filho passou pela fase e agora está mais calmo. É uma explosão de sentimentos, de emoções, de querer, de fazer, de falar, eles entram em conflito, tadinhos. São muito pequenos para a carga que recebem em uma única dose. Por isso precisamos ter muita paciência e levar tudo com amor!
      Beijos

      Excluir
  9. Realmente deve ser muito dificil manter a calma nessas situacoes, mas é essencial!
    Senao a crianca acaba aprendendo a reagir pior com os proprios pais.
    Bjooo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Laurinha. Tem que entender o que se passa. Se os pais tiverem essa maturidade, conseguem tirar de letra, sabe? Fácil não é, por isso precisamos estar sempre bem informados para agir corretamente. Antes de eu saber certinho, ficava irritada, hoje, dou risada e fico imaginando o que se passa na cabeça de um toquinho indefeso rsrsrs....
      Beijos

      Excluir
  10. Nossa, ótima materia. Agora sie o nome dado à fase do meu baby, que tem dois anos e 4 meses. Ele rebate na hora, diz "não", olhando nos nossos olhos. Diz "não faço". Vou tentar ter mais calma, mas que é difícil, isso é!

    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Nuh,
      Tente entender o que acontece com ele. Um exemplo: No período menstrual a mulher não surta? Na gravidez, com a alteração hormonal, não mudamos da água pro vinho? Então imagine uma pessoinha que mal conhece o mundo e recebe um turbilhão de informações, emoções, sentimentos? Eles ficam perdidos, inseguros e reagem assim. Por isso precisamos ser o "porto seguro" deles e encaminha-los para o caminho certo e tranquilo. Se transmitirmos paz, eles entenderão e tudo será mais fácil. Quando o seu pequeno ficar irritado, deixe ele ter o ataque e fique próxima dele, mas sem conversar. Neutralize o ataque dele com o seu silêncio. Mas não um silêncio de raiva, um silêncio de uma mãe que está ali com o filho mas que não apoia o choro ou a birra. Logo ele vai entender que você não aceita a birra mas aceita o amor dele, a presença dele. Ele vai melhorar 200%!
      Tente e me conte!
      Beijos

      Excluir
    2. Vou testar!! Ele tá dodoizinho, aí eu não brigo, rs. Passou boa parte da tarde deitado no meu colo, sentadinho.
      Obrigada!
      Beijos

      Excluir
    3. Ownnn dó! Deus ajude e boa recuperação pra ele!
      Beijos

      Excluir
  11. Deve ser super dificil conseguir agir da maneira certa nessa horas, mas creio que pedindo sabedoria de Deus e ajuda a especialistas dá para passar e sobreviver,rsrsrs.Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Alyne, no começo parece impossível, mas nós evoluímos junto com o aprendizado deles. É uma sintonia total. A gente é que não percebe, sabe?
      Beijos

      Excluir
  12. Para educar é preciso amor e paciência. Tudo em grande quantidade. Ou dificilmente dará certo.
    Beijo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Exatamente, Dri!
      Sábias palavras.
      Beijos

      Excluir
  13. Aí eu quero um nenezinho pra passar por todas as fazes,adoro o seu blog Edi,aki aprendo muita coisa,obrigada...bjusss

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Tati
      Que fofa!
      Na hora certa, Deus enviará esse presente pra você!
      Beijos

      Excluir
  14. Essa eu não sabia, que o bebê tem a fase da adolescência!
    É vivendo e aprendendo!
    Bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Precisa ver na prática kkkkk
      Beijos

      Excluir
    2. Deve ser bem complicado né amiga?
      Bjs

      Excluir
    3. É complicado mas não é impossível. Deus sabe o que faz ;-)
      Beijos

      Excluir
  15. Adorei a materia..estou vivendo exatamente esta fase com minha Mariana. Realmente da muita pena mas acredito na importancia de impor limites desde ja, e dizer nao. Parabens pelo tema...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Cris
      Exatamente isso! Eles precisam entender que estamos ao lado deles mas que não concordamos com a birra, com o chororô. Eles precisam da segurança mas não de mimo quando agem de forma errada.
      Beijos

      Excluir
  16. Adorei a materia..estou vivendo exatamente esta fase com minha Mariana. Realmente da muita pena mas acredito na importancia de impor limites desde ja, e dizer nao. Parabens pelo tema...

    ResponderExcluir
  17. Minha mãe brigava, dava umas palmadas, e eu não me tornei um ser humano ruim por isso, rs
    Aprendi muitas coisas, e principalmente, que nem sempre tenho que fazer com meus filhos como meus pais faziam comigo !

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Isso mesmo! Cada ser é diferente e merece respeito, em tempo real!!!
      Beijossss

      Excluir
    2. Issooo aiii ^^

      bjs bjs

      Excluir
  18. nao tenho filhos, mas sei que essa situação é dificil..Os mais antigos dizem que tem falta de respeito por que hj nao se pode bater. Mas acho que dá pra educar apenas conversando, e privando os filhos de alguma coisa, tipo ficar no pc

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Daicy, antigamente os pais, tinham 5, 6, 7 filhos de uma vez. Eles batiam em 1 e os outros morriam de medo de apanhar. O que acontecia não era respeito pelos pais e sim medo deles. É totalmente diferente. Muitos cresceram traumatizados, com problemas na escola, de convivência, no casamento. Com a conversa, eles entendem, respeitam, amam e crescem felizes e saudáveis.
      Beijos

      Excluir
  19. Essa fase é difícil mesmo, só com amor, paciência pra aguentar. Mas vale a pena!!
    Bjos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vale cada minutinho, segundo, vale tudo!
      Beiiiijos

      Excluir
  20. Eu ainda não tenho filhos, mas tem uma menininha de 3 anos, que eu amo, filha de um casla muito querido, e é bem desse jeito. É ela ficar cansada ou ser contrariada, que ela deita no chão e dá os esperneios. Assim, sem mais nem menos. Muito interessante a matéria

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Raquel. Ela quer expressar algum sentimento e não ainda sabe como fazer de forma que a gente entenda. Logo vai amadurecer e conseguir demonstrar e explicar. Por isso, paciência e muito amor <3
      Beijossss

      Excluir
  21. Edi!!! este texto veio de encontro ao meu coração. Estou vivendo isso com meu filho Gabriel, de três anos. Tem horas que eu preciso contar até mil (só até 10 não funciona)rsrsrsrss, pra não enlouquecer e perder as estribeiras com ele. Acredito que uma boa conversa funciona, mas só depois que ele se acalma, daí eu sento, explico tudinho a ele, e quando ele passa muito do limite aceitável daí não tem jeito....disciplina, o coloco sentadinho no cantinho para refletir. Tem dias que funciona, outros não, mas tenho percebido que aos poucos estamos vencendo. Ele e eu, aprendendo diariamente a controlar nossos sentimentos e a nos respeitar.
    Bjinho e obrigada.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Thais!
      Que bom que te ajudou a entender e se acalmar.
      Fique tranquila, na medida do possível, que vai passar. Ele está tentando te pedir, te mostrar ou cobrar algo e não sabe como, tadinho. Precisa programar um horário, exclusivo dele e de mais ninguém. Faça isso, várias vezes ao dia e você notará a diferença. Ele precisa sentir-se valorizado, querido, entendido. Sabe como?
      Tenho certeza de que você já passa 25 horas com ele, mais comece a falar "filho, agora é o nosso momento, a nossa hora". Ele vai entender!
      Beijooos

      Excluir
    2. Obrigada pela dica!
      Tenho certeza que com muito amor e paciência agente vai se acertando. Percebo que ele dá mais trabalho qdo estou dando atenção para a irmã mais velha, na hora de fazer as lições de casa por exemplo. Mas procuro sempre separar alguns momentos com os dois juntos e tbm separados, brinco de casinha, carrinho, conto histórias, etc....
      Mas vamos lá.....lutando e vencendo! Jesus nos ajuda né amiga.
      bjinhos.

      Excluir
    3. Está de parabéns, Thais! Tenho certeza de que consegue contornar a situação e dar amor e atenção para os dois!
      Beijos

      Excluir
  22. Vc já postou algo sobre isso, gostei muito, ainda penso que a cadeirinha da Super Nany surte efeito

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Josi, surte sim. Mas para colocar na cadeirinha é preciso dialogar e explicar o motivo :-)
      Beijos

      Excluir
  23. Muitas das vezes não estamos com paciência para aturar os choros e manhas dos pimpolhos!! Mas temos que ter calma e paciência!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Exatamente. Nós não aguentamos a si próprias de vez em quando. Então temos que entende-los também! É o mínimo que podemos fazer. Beijos

      Excluir
    2. Isso mesmo, Edi!! Eles aprendem conosco! Se ensinamos o bem e damos carinho e atenção, eles também irão aprender! Somos o espelho de nossas crianças!

      Excluir
  24. Sei bem como é isso, convivi essa fase chatinha com meu irmão, e ainda vejo isso com meus primos. Tem q ter muita paciência!

    ResponderExcluir
  25. jamais bati sempre coloquei ele pra pensar rs! no banquinho e as vezes uns gritos quando perdia as estribeiras! em criança não se bate...bjos Edi

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fer, que bom que tem essa consciência e que age corretamente! Parabéns!
      Beijos

      Excluir
  26. Nossa, esse texto veio mto a calhar.. meu garotinho tem quase 4, mas já sabe mto bem quem ele consegue dobrar (as avós, principalmente!) e quem ele não consegue (eu e meu marido).
    Sabe, é meio complicado, eu sei q as avós querem dar tudo de melhor e tal, mas é complicado vc ter q colocar limites e elas não colaborarem muito. Ás vezes, tenho até q ter uma conversa séria com elas, hahahah.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Dani, eu entendo perfeitamente tudo o que passa. Eles sabem que os avós estão sempre dispostos e bonzinhos porque na realidade quem passa todo os momentos de atrito e brigas são os pais. Os avós recebem os netinhos "bonzinhos" e por isso acham que devem mimar. Os pais educam, colocam regras e querem o bem para os seus. É muito difícil viver assim, né?
      Beijos

      Excluir

Obrigada por comentar! Em breve, retornaremos! :-)

 
Copyright 2013 Mamães Vaidosas por Edi Mariano