quinta-feira, novembro 14, 2013


Terapia Floral se apresenta como opção de tratamento terapêutico eficaz em crianças com déficit de atenção

Terapia Floral se apresenta como opção de tratamento terapêutico eficaz em crianças com déficit de atenção


Meu filho mexe em tudo, não consegue parar nem mesmo para fazer as refeições. Quebra seus brinquedos, brinca de maneira espalhafatosa, faz várias atividades ao mesmo tempo. Não consegue sustentar a atenção durante muito tempo numa mesma tarefa e machuca-se com frequência.

Queixas como essas são frequentes em pais, cujos filhos são portadores do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), uma doença que, segundo dados mundiais, acomete de 5 a 13% das crianças em idade escolar, mas que pode prosseguir pela a vida adulta, comprometendo o desempenho profissional, familiar e afetivo.

Como perspectiva de tratamento natural e não invasivo, a Terapia Floral se apresenta como uma opção de tratamento eficaz, simples, acessível e segura para os portadores de TDHA. Esta constação foi extraída de um estudo realizado pela naturóloga e especialista em Terapia Floral, Dinorá Regina Pereira Lima, com 46 crianças, de ambos os sexos, com idades entre 9 e 11 anos, assistidas pela Casa do Zezinho, em São Paulo(SP).

Em sua pesquisa, que foi parte integrante de sua monografia do curso de pós-graduação em Floralterapia da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, os florais Clematis do Sistema Bach, Fórmula do Aprendizado e Fórmula Ecológica foram aspergidos por dois meses em uma sala de aula que apresentava cerca de 35% de alunos portadores do transtorno. Os resultados mostraram que houve um aumento no rendimento dos alunos, assim como da autoestima, da força de vontade, disposição e atenção.

“O que pesquisas como essa atesta é que, por tratarem estados emocionais como o de ânimo em desiquilíbrio, as essências florais podem atuar facilitando o equilíbrio emocional e ajudando no crescimento individual, sem desrespeitar a complexidade que é inata no ser humano”, afirma Dinorá.

Esta constatação é corroborada por Luciana Chammas, diretora executiva da Healing Essências Florais -referência no Brasil em essências florais, produtos terapêuticos naturais e cosméticos com florais -, professora convidada do III Curso de Especialização em Terapia Floral da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e terapeuta floral. Segundo ela, a Terapia Floral é uma prática integrativa e complementar recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e largamente utilizada na terapêutica de várias patologias em todo mundo, se caracterizando por atuar nos níveis mental e emocional dos indivíduos.

Terapia Floral

É uma abordagem terapêutica que utiliza Essências Florais, um preparado natural, produzido geralmente a partir de flores e partes das plantas ao qual se agrega conhaque como conservante.

Utilizados isoladamente ou em conjunto com a medicação alopática, a Floralterapia vem se firmando como opção de tratamento suave, sutil e profundo, por ser excelente para o autocuidado e não oferecer danos à saúde.

Outro ponto a destacar é que como a Terapia Floral vem se consolidando como uma prática integrativa à medicina convencional, os florais foram inseridos como uma prática complementar pelos conselhos de profissões ligados à saúde convencional, como odontologia, fisioterapia e enfermagem; são utilizados em órgãos de saúde pública; ganharam cursos de especialização em instituições de ensino público e privado, a exemplo da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e Universidade Federal do Rio de Janeiro; entraram na grade curricular de cursos de graduação e foram adotados por ONGs sérias como a Pastoral da Saúde.

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA)

Considerado como o transtorno de desenvolvimento infantil mais diagnosticado na atualidade, o TDHA é um distúrbio neurobiológico crônico e biopsicossocial, ou seja, parece haver fortes fatores genéticos, biológicos, sociais e vivenciais que contribuem para a intensidade de problemas relacionados com a falta de atenção, hiperatividade e impulsividade. Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.

9 comentários:

  1. Adorei o post Edi,é sempre bom ficar informada sobre essas coisas,nunca se sabe o dia de amanhã né?beijo

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    1. Exatamente, Tati.
      Fico feliz pelo seu comentário e entendimento.
      beijos

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  2. Adorei a dica e fui saber mais a respeito!
    Acho que estou precisando dessa terapia tbem, as vezes, me sinto meio descontrolada.....rs

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    1. Dani, acho que no fundo, todos nós precisamos, viu? Tem dias, que são os dias, né? Só quem é mãe, pra entender! Affff….. Haja força!
      Beijos

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    2. Na hora do cansacao acho que preciso de mais paciencia do que forca, se eh que me entende.....kkkkkkk
      bjos

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    3. Eu entendo e estou na mesma. Deus, dai-nos paciência, porque não é fácil, viu? Mas vamos vencer, Dani! Tenho fé! Beijos

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    4. Tambem tenho fe Edi, mas confesso que tem dias que eu mesma nao me aguento, conto ate 10, respiro fundo e ainda fico alguns minutos sozinha...rsrs....sera que eh menopausa precoce????!!!!!

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  3. Ótimo post Edi!!

    Sempre que falo que "saber" nunca é de mais!!

    Beijokas

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